O Ministério da Saúde voltou a sofrer um ataque hacker entre domingo e segunda-feira. A informação, que foi negada pelo governo durante a tarde de ontem, foi admitida na noite desta segunda-feira pelo próprio ministro Marcelo Queiroga.

Além da pasta da Saúde, sofreram tentativas de invasão os sites da Controladoria Geral da União, a Polícia Rodoviária Federal e o Instituto Federal do Paraná.

Já a Advocacia-Geral da União pediu ao Supremo Tribunal Federal que brasileiros que não possuem passaporte vacinal que vêm do exterior possam entrar no país após cinco dias de quarentena e testagem. No sábado, o ministro Luís Roberto Barroso determinou que viajantes que chegam ao país devem apresentar comprovante de vacinação. A decisão foi dada em uma ação do partido Rede Sustentabilidade que tenta obrigar o governo a adotar medidas sanitárias recomendadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária…

O ministro estabeleceu que a quarentena como alternativa à vacinação só poderá ser aplicada em situação de exceção: para quem não tomou vacina por motivos médicos, veio de país onde comprovadamente não haja vacina disponível em larga escala ou por razão humanitária excepcional. Advocacia-Geral da União pediu esclarecimentos sobre o alcance da decisão de Barroso. A AGU defende que aplicar a decisão a brasileiros que vêm do exterior pode ser desproporcional e que é preciso garantir o retorno dos brasileiro.