Depois da compra de mais de 35 mil comprimidos de Viagra para as Forças Armadas, com o argumento de que o medicamento também é usado para tratar de Hipertensão Arterial Pulmonar, agora o assunto são 60 próteses penianas infláveis compradas pelo Exército.

Os produtos estão avaliados num total de 3 milhões e meio de reais. Os dados estão no Portal da Transparência. O destino das próteses são hospitais do Exército em São Paulo e Campo Grande. O Painel de Preços do governo federal aponta que foram feitos três pregões eletrônicos no ano passado para comprar os produtos, cujo comprimento varia entre 10 e 25 centímetros. As próteses são usadas para disfunção erétil.

Nesta terça-feira, 12, o deputado Elias Vaz e o senador Jorge Kajuru afirmaram que vão pedir uma investigação ao Ministério Público Federal e ao Tribunal de Contas da União. Procurado, o Ministério da Defesa disse que não iria se manifestar sobre os gastos com próteses penianas porque o Exército tem autonomia para usar os recursos que lhe cabem. O Exército também não se manifestou.

 

Da Redação