Após uma manhã tumultuada, o sindicato que representa os motoristas e cobradores de ônibus da capital paulista entrou em acordo com os empresários do setor e a greve foi encerrada, segundo o prefeito Ricardo Nunes.

A Prefeitura liberou verba paro subsídio e os empresários aceitaram a reivindicação da categoria para que o aumento retroativo de 12,47% desde maio.

Quem precisou utilizar o transporte por meio de aplicativos, como Uber e 99, como alternativa se assustou com os preços. Em algumas simulações, uma corrida de apenas cinco quilômetros, entre Ermelino Matarazzo e Vila Curuçá, dois bairros próximos na zona leste paulistana, que em dia normal sairia por 15 reais chegou a aparecer no valor de 41 reais.

A Uber disse que essa é uma prática já adotada sempre que há mais demanda. Já a 99 afirma que o valor das tarifas é definido a partir de uma equação que leva em conta demanda e oferta.

No total, 13 empresas de ônibus tão com operação paralisadas e 11 operam normalmente, segundo a SPTrans. A greve de 24 horas dos ônibus em São Paulo afetou mais de um milhão e meio de pessoas, segundo a Prefeitura.

Da Redação